19/06/08 (Geral) by Renato Troccoli

Adobre Creative Suite
Quem trabalha com os diversos aplicativos da família Adobe já percebeu que existe um tal “CS” após o nome de cada aplicativo. Mas afinal o que quer dizer CS? A Adobe Creative Suite, abreviada como CS, é uma suíte de aplicativos desenvolvidos pela Adobe Systems para uso em design gráfico, desenvolvimento web e edição de vídeo.

A Creative Suite foi lançada em 2003. As primeiras duas versões (CS e CS2) estavam disponíveis em duas edições: a Standard Edition que incluía Illustrator (editor de imagens vectoriais), Photoshop (editor de imagens Bitmap), InDesign (diagramação e organização de páginas), Version Cue (gerenciamento de arquivos baseado em servidor) e Bridge (gerenciamento de mídia) e a Premium Edition que incluía o GoLive (editor de HTML) e Adobe Acrobat Professional (arquivos de formato PDF).

A versão mais recente, a CS3, foi anunciada em 27 de março de 2007 e lançada oficialmente em 16 de abril de 2007. A Adobe vende a Creative Suite 3 em diferentes combinações intituladas edições. Algumas edições incluem programas como After Effects Professional, Encore DVD, Premiere Pro, para edição de vídeo, e programas como Fireworks, Dreamweaver e Flash, líderes em seu seguimento, que se tornaram propriedade da Adobe Systems após compra da Macromedia em 2005.

O Macromedia Studio foi uma suíte de aplicativos voltados ao desenvolvimento web criada pela Macromedia. Depois da aquisição da Macromedia pela Adobe, o Studio 8 foi substituído, modificado e integrado em duas edições da família Creative Suite 3: Web Premium e Web Standard.

As aplicações do Macromedia Studio que foram incluídas com a CS3 são Dreamweaver, Fireworks e Flash. O FreeHand foi descontinuado e substituído pelo Adobe Illustrator. O Director e o ColdFusion não foram incluídos na Creative Suite, mas continuam sendo desenvolvidos e vendidos separadamente pela Adobe.

16/06/08 (Design) by Renato Troccoli

Esqueça os apontadores tradicionais. Este apontador foi criado pelo designer Donn Koh, e foi dobrado com uma única folha de aço inoxidável. O “Origami Sharpener” capta o espírito de origami criando formas ergonômicas para manipulação e orientação do lápis na lâmina.

apontador origamiapontador origamiapontador origami

16/06/08 (Design) by Renato Troccoli

A Cidade dos Logos andou colecionando marcas de diversos países ao redor do mundo e resolveu disponibilizar um painel com tudo que encontrou.

logo dos paises

Representar um país através de um logo não é uma tarefa das mais fáceis, e o post da turma do cidade dos logos conseguiu, com essa reunião, juntar várias representações de design para um mesmo problema. Como o próprio site diz:

“Marcas que representam países provavelmente são uns dos maiores desafios no design de identidade visuais. Um logo de um país deve representar dezenas de aspectos culturais e geográficos, mas o principal objetivo desses logos é representar esses aspectos para as pessoas que não são do país representado. Isso porque essas marcas são usadas nos departamentos de turismo dos respectivos países.
Cada país tem sua maneira de incentivar o turismo e grande parte deles usam esses símbolos como parte desse incentivo”.

11/06/08 (Design) by Renato Troccoli

Geometry and Functions In “N” Adaptions, ou Geometria e Funções em N Adaptações, é o nome da fera que Chris Bangle, chefe de design da BMW, anunciou em Munique. A carroceria do GINA é feita de tecido (essa é a mágica do carro) e a estrutura controlada por dispositivos eletro-hidráulicos que podem mudar o formato dele. O Design do carro é tão fantástico que só vendo para acreditar. com vocês o BMW GINA.
frentefaróis fechados
motor
portas
traseira

05/06/08 (Artes) by Raoni Moreno

Não posso deixar de comentar sobre a Bauhaus, uma grande e histórica escola de arte localizada na Alemanha nos anos 20. Entrou para história por sua grandiosidade e opulência, realizando grandiosos eventos e revelando artistas hoje consagrados.

A performance na Bauhaus era conhecida como um curso de teatro, porem suas “peças teatrais” hoje em dia são vistas como performances. Estas eram magníficas, todas as parafernálias e figurinos usados, realmente muita opulência e grandes artistas, que sabiam aproveitar de toda boa condição que tinham pra fazer e ensinar arte da melhor qualidade.
Nos anos 70 a performance ganha sua legitimação e a partir daí muito mais notoriedade. Expandiu-se cada vez mais, entrando na mídia, pegando uma massa bem maior de expectadores, e aumentando os seus meios de ser feita também.

Nasceu então a body art, que particularmente não me atrai tanto, pois os artistas dessa área da performance, fazem coisas absurdas com o seu próprio corpo, muitas vezes deixando seqüelas ou fazendo cirurgias plásticas se deformando literalmente, arriscado suas vidas baseando-se em conceitos que não justifica tais atos, pelo menos na minha opinião. Com sua legitimação, a performance começa a ir pras ruas, e vai se tornando cada vez mais comum e aceitável, como já disse em cima que não concordo com algumas body art, também não concordo com alguns meios de performance, como meios repugnantes, por exemplo artistas que usavam animais para fazer sacrifícios ao vivo, e coisas do tipo, acho que para querer dizer alguma coisa não se precisa chegar a esse ponto.

Por minha timidez pensei que teria enormes dificuldades para trabalhar com a performance, porém depois da minha primeira vez, e os exercícios que faço e tudo que estou vendo e vivendo sobre, me deixa cada vez mais à vontade, e animado para fazer.

Acredito que não seja meu setor de trabalho predileto na arte, porém pretendo dizer algumas coisas usando-a. È um meio muito rico, requer muita técnica e estudo, não é para qualquer um, e não é tão fácil como pode parecer, mas quando se sabe fazer é realmente um show, sendo bem absorvida, pode significar muito para quem assiste.

Performance que pra mim, era algo desconhecido, ou mal conhecido, vem se tornando algo que quero conhecer cada vez mais, estudar e tentar entender sua poesia. Resumindo, para mim é a poesia com o corpo, não importa o tema ou a quantidade de páginas, é uma poesia corporal, são as linhas escrevendo, e não se escrevendo nelas.

Até a próxima!
Um abraço!

Performance – Parte I