O Ilha Design é um projeto voluntário que nasceu na Escola de Belas Artes (EBA) da UFRJ, nas longínquas terras do Fundão. Promovido por estudantes da Escola, a intenção do projeto é introduzir o Design e a Arte como formas de inclusão social e cultural na vida de estudantes de comunidades. Repetindo o sucesso do ano passado, o evento ocorre este ano na Ilha Grande, nos dias 29, 30 e 31 de outubro, na Escola Municipal Brigadeiro Nóbrega, no Abraão.
Entre oficinas, espaços abertos, mostras de vídeos e exposições, o Ilha Design é antes de tudo uma equipe que acredita e faz acontecer. Venha fazer parte dessa equipe!
Você pode participar de várias formas:
Oferecendo uma oficina ou um espaço aberto (baixe o projeto no site e saiba mais!!) – Inscrições até 03/10!!!
Participando do concurso ESTAMPE A CAMISA DO ILHA DESIGN 2008, onde você deve criar uma estampa para a camiseta do projeto. O valor simbólico de inscrição é de R$5,00 que será revertido para o projeto. Inscrições até 10/10!!!
Patrocinando o projeto: temos várias cotas e formas de patrocínio (veja no projeto Ilha Design 2008), e além disso, qualquer tipo de apoio é hiper bem-vindo!
Divulgando o projeto!! (em sites, em jornais, em revistas, no boca a boca!!!)
Visitem o site e conheçam mais sobre o Ilha Design: www.ilhadesign.com.br
Entre em contato com a gente: contato@ilhadesign.com.br
Para finalizar:
“Acabei descobrindo que a cultura não é eliminatória, mas somatória”
Aloísio Magalhães (Artista, designer, agente cultural e brasileiro).
Equipe Ilha Design 2008.
Conheci este ilustrador através do Faz Caber e tenho a obrigação de compartilhar com vocês. O cara é muito bom, ele tem jobs para empresas como Adobe e Bradesco, além de alguns livros publicados. Segundo o Próprio Tsevis:
Meu nome é Charis Tsevis e eu sou um designer visual. Também estou ensinando Tipografia Editorial e Design em AKTO College of Art & Design, o principal instituto privado artes na Grécia. Também estou escrevendo artigos sobre design, estética e cultura grego e internacional para diversas publicações e portais, tais como “Adobe Magazine” “+ design”, “RAM Chipre”, “In.gr”, “Grafistas e Web Design”, ” Macland “,” To Vima “
As montagens que ele cria, com várias imagens sobrepostas formando painéis exclusivos, merecem horas de contemplação. Vale conferir o Blog e a galeria no Flickr
Está aí uma grande sacada do designer Kyle Lechtenberg, o Visual Assistance Card. através do uso do Braille, o usuário mantém suas informações pessoais privadas aumentando assim a sua independência enquanto compra em qualquer loja com os cartões de débito ou crédito. É o design projetado para usabilidade.
Idealizado por Ricardo Minoru para ser uma referência àqueles que produzem arquivos digitais nas plataformas Windows e Mac OS, este livro utiliza os principais aplicativos (InDesign, QuarkXPress, PageMaker, Illustrator, FreeHand e CorelDRAW) destinados a editorar eletronicamente peças de comunicação para serem impressas. Foi projetado para designers gráficos, agências de propaganda, publicidade, estúdios de criação, birôs, gráficas e profissionais da área. Fornece exemplos práticos, dicas, macetes, e principalmente aponta as “armadilhas” dos aplicativos, processos de construção de arquivos, geração de arquivos fechados (PostScript) e PDF.
O Edifício que gira em Dubai foi assunto de um artigo aqui no artemanhas meses atrás. Depois de alguns e-mails, comentando sobre um edifício que também gira, só que em Curitiba, resolvi pesquisar sobre a falada construção.
Realmente, na capital paranaense existe um edifício que gira, mas de outra maneira. A diferença está no modo como giram: O Curitibano tem duas partes fixas, os andares não são independentes e o que gira é o piso de cada apartamento, permanecendo imóveis a faxada e as áreas de serviço por onde passam as tubulações de água, esgoto e gás. Possui 11 apartamentos, um por andar, que rodam para a direita e esquerda e pode ter um horário programado para a ação, o que poderá ser feito através do celular.
Já construção de Dubai os apartamentos serão pré-fabricados e encaixadaos numa torre central. Cada andar será independente e poderá girar para direções e em velocidades diferentes. Assim, o movimento dos 80 andares, que abrigam cerca de 150 apartamentos, possibilitará ao edifício de Dubai ter várias formas.